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Unindo Forças rumo à Saúde e Segurança no Trabalho com Autonomia e Eficiência

Um chamado à ação conjunta para a área de Recursos Humanos e Saúde e Segurança no Trabalho!


O que você pensa quando falamos de saúde e segurança no trabalho?


Por anos essa pauta estava diretamente ligada atender as exigências legais e protocolos a fim de evitar multas. Muito além do EPIS, (equipamentos de proteção) a segurança no trabalho é um compromisso fundamental com a dignidade humana, a produtividade e o desenvolvimento sustentável das empresas.


28 de abril marca o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, data escolhida em homenagem aos 78 empregados que morreram na explosão de uma mina na cidade de Farmington, nos Estados Unidos, em 1969. Segundo o site da Sercon, No Brasil, a data começou a ser celebrada em 2005, com a promulgação da Lei n.º 11.121, que instituiu o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho.


Trocamos experiências riquíssimas de cases da Mondelez,  Kenvue, Magazine Luiza, Grupo Soma, Rede D'or...
Registro da valiosa conversa do último Papo Ativo

Atualmente, vemos dentro de grandes empresas as áreas de saúde separadas da segurança, a parte de recursos humanos e ainda distantes da área de Sustentabilidade que trabalham em silos, lutando por orçamento e visibilidade buscando objetivos semelhantes, mas sem sinergias em prol do cuidado às pessoas.


Dra Tatiana Kunisawa, acredita que essa segregação, principalmente entre as áreas acontece pelo perfil de que as áreas de segurança tendem a ter uma abordagem cartesiana, enquanto pessoas da área médica tem um olhar mais amplo incluindo contexto e consequências. Temos visto uma evolução nesse trabalho conjunto, para o bem de todos, até para os números e relatórios reflitam uma realidade mais complexa e não apenas pelo olhar normativo.


Por esse espectro, fazemos uma provocação a todas as organizações para trabalharem “squad” multisetoriais desenhando metas, transformando-o em um plano de ação estratégico com ações mensuráveis e melhorias contínuas. Em nossas conversas, Dr Welmer Carneiro, sempre nos faz um convite de revisitarmos os nossos planos utilizando a ferramenta do PDCA( Plan, Do, Check & Act). Mas com total rigor em diagnostico prévio para identificar as necessidades prioritárias por área para não ser um único protocolo para atender diferentes situações.


Listamos alguns pilares importantes para alcançar o sucesso:


Advogacy: Somar forças, ganhar espaço na agenda organizacional, ser defensores de políticas, práticas e atitudes a fim de promover mudanças positivas, combatendo o estigma e promovendo uma cultura de cuidado e acolhimento.


Letramento: Equiparmos os colaboradores com conhecimento e ferramentas para autocuidado e identificar sinais de alerta, tanto no âmbito individual quanto coletivo...Trazer repertório de como as pessoas devem agir em diferentes situações. Firmando comportamentos aceitáveis e repulsivos.


Integrado: Garantindo que os colaboradores consigam integrar essa ferramenta no ambiente de trabalho ao invés de terceirizá-lo para o lazer. Isso significa criar um espaço onde o cuidado com a saúde mental e física seja acessível, e integrado à rotina profissional.


Superar a mera obediência às leis e protocolos, reconhecendo a segurança no trabalho como um valor essencial na cultura organizacional.


Renata Rezende, defende justamente o olhar mais amplificado em relação as queixas, ou seja, a equipe de ergonomia deve estar muito mais aberta a receber as queixas e trazer para a equipe médica atuando de forma mais preventiva.


Acolhedor: Esse conceito refere-se à sensação de confiança, respeito e apoio mútuo que os colaboradores sentem ao compartilhar suas opiniões, ideias e preocupações no ambiente de trabalho. Quando os colaboradores se sentem valorizados e respeitados, estão mais propensos a comunicar abertamente questões relacionada segurança e a colaborar ativamente na identificação e prevenção de riscos. Com isso, favorece também a da segurança psicológica dos colaboradores tão temida quando a assunto é transtorno mentais


Viviane Machado, diz ser importante ter um canal de comunicação entre equipes multifuncionais para ajudar nessa atenção ao colaborador potencializando a atuação. As pessoas muitas vezes se queijam de dor, mas na verdade as vezes precisam ser ouvidas.


Amplificado: A parceria com programas de comunicação interno é super bem-vinda. Ter uma comunicação de linguagem fácil e atrativa facilita no engajamento dos colaboradores.


Rafaela Ader, com formação de ergonomia, diz não ter esse background acadêmico, mas diz ter aprendido na pratica corporativa como "vender" internamente os programas de bem-estar. Para ela o melhor caminho é identificar as pessoas que estão vendo valor nas ações e divulgar vídeos de depoimentos para encorajar a adesão através do exemplo.

O Contrário, amplificar mais do que entregar, também pode ser perigoso, ter ações de prateleiras para falar que atende e não colocar em prática também podem prejudicar a reputação da empresa.

 

Esse conteúdo foi discutido no último encontro intitulado Papo Ativo.  Convidamos você para participar desse seleto grupo onde os microfones ficam abertos e discutimos temas relevantes para profissionais que atuam com a saúde do colaborador. O próximo tema será sobre KPIs, e discutiremos melhores práticas relacionadas ao Roi e VOI. Não deixe de se inscrever.


#Unindo saúde e segurança


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